terça-feira, 13 de novembro de 2012

Seminário de Formação da União Brasileira de Mulheres-RJ



 Sob o tema “OS DESAFIOS DA CORRENTE EMANCIPACIONISTA NA ATUALIDADE”, a União Brasileira de Mulheres- (UBM) , seção Rio de Janeiro realizou na cidade de Nova Iguaçu, o Seminário de Formação.


 UBM-RJ
A presidenta do PCdoB-RJ, Ana Rocha, no Seminário de Formação da UBM-RJ.
 
O evento contou com a presença de 45 mulheres de 11 municípios: Rio de Janeiro, Niterói, Itaboraí, Nova Iguaçu, Caxias, Belfo Roxo, Queimados, São João de Meriti, Angra dos Reis, Mangaratiba, Itaguaí. O Seminário teve uma agenda progressista de debates, associada a atividades culturais e festivas de interação entre todas e todos os participantes.

Iniciando a programação as Coordenadoras da Executiva Estadual, Irene Cassiano e Shirley Behrends, fizeram um breve histórico de apresentação da UBM e os avanços da corrente emancipacionistas no estado do Rio de Janeiro. A seguir foi realizada pela palestrante Dilceia Quintela, Secretaria da Mulher do PCdoB, e moderadora, Monica Gurjão, membro de Executiva Estadual e Nacional da UBM; uma Análise da Conjuntura Politica em que destacou os avanços conquistados nestes mais de 40 anos de luta concreta, o desmonte promovido no Estado durante décadas dominadas por conservadores neoliberais, as conquistas no campo mais progressista com Lula no poder e a vitória de Dilma como Presidenta e especialmente a organização do movimento para garantir a efetividade dos avanços e prosseguir a luta.

Apresentada por Ana Rocha, Presidente do PCdoB do estado do Rio de Janeiro um painel sobre “A Corrente Emancipacionista e o Projeto Nacional de Desenvolvimento”, embasado nos pressupostos Marxista-Leninista para compreensão da opressão de gênero e a transversalidade de raça dentro de uma sociedade de classes e a superação dos desafios encontrados para participação da mulher no novo Projeto Nacional de Desenvolvimento.

Dentre as “Resoluções do 8º Congresso da UBM” foi destacado o debate sobre o Mundo do Trabalho, com apresentação de Mônica Custódio, metalúrgica e membro da Executiva da UNEGRO e Raimunda Leone, metalúrgica e da Executiva Nacional e estadual da UBM em que as palestrantes analisaram a situação da mulher, que apesar de representar 41,7% da população ativa ainda tem no trabalho informal a concentração maior de mão de obra , chegando a 52%, sem garantia dos direitos sociais e as dificuldades encontradas no mundo ainda predominante machista , conservador , preconceituoso e racista. 

A seguir, Sonia Latgé, Presidente do PCdoB da Capital, debateu “ A Mulher nos Espaços de Poder “ abordando sob o ponto de vista histórico-cultural-social a baixa representatividade da mulher nos espaços de poder.

O debate sobre a questão da “Violência contra a mulher” foi dirigido por Helena Piragibe, membro da Executiva Nacional e coordenadora estadual da UBM, que fez uma reflexão sobre a opressão e a subordinação da mulher e o surgimento das classes.

Foi reservado um momento especial de organizar as estruturas municipais da UBM no estado sendo debatido um documento apresentado pela Executiva Estadual onde foram votadas Resoluções que nortearam as atividades da UBM , com o objetivo de promover a emancipação da mulher e a luta por uma sociedade mais justa e igualitária .

“O Seminário contribuiu para formação e capacitação de novas lideranças e aprimorar o debate no campo progressista visando o coletivo e a participação das mulheres em todas as fases dos debates explicita a disposição clara e objetiva de construir um Brasil socialista” . ( Helena Piragibe )


Publicado em: http://www.vermelho.org.br/rj/noticia.php?id_noticia=198786&id_secao=101

domingo, 30 de setembro de 2012

Enfermagem | Ivone Evangelista Cabral - 16/05/2011

UBM convoca mulheres para campanha ‘Mulher, seu voto não tem preço’

09_14_2012_manifesto_setembro
Dia 27 de setembro: UBM convoca mulheres para campanha ‘Mulher, seu voto não tem preço’
A União Brasileira de Mulheres(UBM) convoca as mulheres de todo o país para participarem, no dia 27 de setembro, da campanha “Mulher, seu voto não tem preço”. O principal objetivo é intensificar a divulgação do Manifesto da UBM - Mulher, seu voto não tem preço, que vai apresentar a plataforma política de uma gestão pública para as cidades com atenção às questões de gênero nas eleições 2012. A plataforma tem como centralidade a qualidade de vida da população, compreendendo que a mulher brasileira ainda enfrenta problemas seculares, oriundos de uma sociedade que ainda transforma as diferenças em desigualdades sociais e econômicas.
“É preciso se firmar nestas eleições 2012, compromissos com os frutos da luta histórica das mulheres. As futuras gestoras e futuros gestores municipais têm de assumir o Pacto Nacional de enfrentamento a violência contra Mulher, políticas públicas que assegurem os direitos sexuais e reprodutivos, construção de creches com educação em tempo integral, dentre outras conquistas histórias”, defende a direção da UBM.
A campanha “Mulher seu voto não tem preço” é também importante para incentivar a necessidade de ampliar a participação das mulheres nas instâncias de poder. É uma mobilização para que a sociedade eleja mais mulheres comprometidas com o projeto nacional de desenvolvimento.
Abaixo o conteúdo do Manifesto da UBM
Mulher, seu voto não tem preço, alerta UBM
Nós, mulheres, conquistamos uma grande vitória ao eleger em 2010, a primeira mulher a presidir a 7º economia do mundo, e com uma trajetória política amalgamada pelos interesses do povo brasileiro.
Mas, é preciso avançar muito mais, pois somos 51,8 % do eleitorado brasileiro e não temos nem 10% de mulheres no Parlamento Brasileiro. Nós precisamos exercer plenamente o direito a cidadania e para isso é importante atuarmos na defesa de políticas públicas que venham a construir uma sociedade igualitária.
Em 2012, as cidades brasileiras estão vivendo momentos propícios para debates de grandes temas que atingem a população como a segurança pública, saúde, educação, emprego e desenvolvimento sustentável. E nós, mulheres, não podemos perder a oportunidade de apresentar a nossa opinião. Nas eleições de 2012, precisamos enfrentar o grave problema para a democracia brasileira da baixa inserção feminina nas instâncias de poder, e a UBM se compromete com essa luta de eleger mais mulheres que se identificam com o projeto político de mudanças protagonizado pela Presidenta Dilma Roussef. Queremos prefeitas e vereadoras que tenham a responsabilidade de construir políticas públicas que consolidem os direitos sociais para o povo, propomos:
Saúde: defender o SUS, garantindo a ampliação de uma rede de atendimento digno e eficaz, e o acesso aos serviços com muito respeito ao nosso corpo e às diferentes fases de nossas vidas.
Educação: elaborar e fiscalizar conteúdos escolares e da mídia, que eduquem para o respeito às diferenças, combatam os estereótipos e valorizem as mulheres. Garantia de escolas de período integral.
Trabalho: valorizar o trabalho sem discriminação e com carteira assinada; Licença-maternidade de 6 meses com garantia do emprego.
Violência: fazer cumprir a Lei Maria da Penha, garantir a implementação dos juizados especiais, a ampliação do número de casa abrigo e da rede de atendimento às mulheres em situação de violência. Capacitação dos profissionais que atuam nas DEAMs.
Queremos mais!
Cidades mais humanas, com medidas que melhorem a vida cotidiana das mulheres, como iluminação pública eficiente, equipamentos sociais, saneamento, esporte, cultura e lazer, transporte e habitação.
Mais participação das mulheres nos espaços de poder.
Instrumentos capazes de combater a mortalidade materna, inclusive implantando os Comitês de Prevenção da Mortalidade Materna.
Defender e fiscalizar a implementação do III Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, não admitindo retrocessos.
Queremos a legalização do aborto.
Oportunizar autonomia econômica com incentivos para a cidadania das mulheres que garantam a participação em condições de igualdade, com formação profissional em horários especiais, criação e funcionamento de lactários e creches.
Fortalecimento e ampliação da democracia brasileira com a superação da subrepresentação feminina nas decisões em nosso país.
Participar da política é consolidar a democracia com mais poder; mais respeito; mais igualdade; mais justiça social. Por um mundo de igualdade, contra toda a opressão.
A União Brasileira de Mulheres(UBM) convoca as mulheres de todo o país para participarem, no dia 27 de setembro, da campanha “Mulher, seu voto não tem preço”. O principal objetivo é  intensificar a divulgação do Manifesto da UBM(abaixo) que vai apresentar a plataforma política de uma gestão pública para as cidades, com atenção às questões de gênero nas eleições 2012. A plataforma tem como  centralidade a qualidade de vida da população, compreendendo que a mulher brasileira ainda enfrenta problemas seculares, oriundos de uma sociedade que ainda transforma as diferenças em desigualdades sociais e econômicas.
“É preciso se firmar nestas eleições 2012, compromissos com os frutos da luta histórica das mulheres. As futuras gestoras e futuros  gestores municipais têm de assumir o Pacto Nacional de enfrentamento a violência contra Mulher, políticas públicas que assegurem os direitos sexuais e reprodutivos, construção de creches com educação em tempo integral, dentre outras conquistas histórias”, defende a direção da UBM.
A campanha “Mulher seu voto não tem preço”  é também importante para incentivar  a necessidade de ampliar a participação das mulheres nas instâncias de poder. É uma mobilização para que a sociedade eleja mais mulheres comprometidas com o projeto nacional de desenvolvimento.
Abaixo o conteúdo do Manifesto da UBM:
Mulher, seu voto não tem preço, alerta UBM
Nós, mulheres, conquistamos uma grande vitória ao eleger em 2010, a primeira mulher a presidir a 7º economia do mundo, e com uma trajetória política amalgamada pelos interesses do povo brasileiro.
Mas, é preciso avançar muito mais, pois somos 51,8 % do eleitorado brasileiro e não temos nem 10% de mulheres no Parlamento Brasileiro. Nós precisamos exercer plenamente o direito a cidadania e para isso é importante atuarmos na defesa de políticas públicas que venham a construir uma sociedade igualitária.
Em 2012, as cidades brasileiras estão vivendo momentos propícios para debates de grandes temas que atingem a população como a segurança pública, saúde, educação, emprego e desenvolvimento sustentável. E nós, mulheres, não podemos perder a oportunidade de apresentar a nossa opinião. Nas eleições de 2012, precisamos enfrentar o grave problema para a democracia brasileira da baixa inserção feminina nas instâncias de poder, e a UBM se compromete com essa luta de eleger mais mulheres que se identificam com o projeto político de mudanças protagonizado pela Presidenta Dilma Roussef. Queremos prefeitas e vereadoras que tenham a responsabilidade de construir políticas públicas que consolidem os direitos sociais para o povo, propomos:
Saúde: defender o SUS, garantindo a ampliação de uma rede de atendimento digno e eficaz, e o acesso aos serviços com muito respeito ao nosso corpo e às diferentes fases de nossas vidas.
Educação: elaborar e fiscalizar conteúdos escolares e da mídia, que eduquem para o respeito  às diferenças, combatam os estereótipos e valorizem as mulheres. Garantia de escolas de período integral.
Trabalho: valorizar o trabalho sem discriminação e com carteira assinada; Licença-maternidade de 6 meses com garantia do emprego.
Violência: fazer cumprir a Lei Maria da Penha, garantir a implementação dos juizados especiais, a ampliação do número de casa abrigo e da rede de atendimento às mulheres em situação de violência. Capacitação dos profissionais que atuam nas DEAMs.
Queremos mais!
Cidades mais humanas, com  medidas que melhorem a vida cotidiana das mulheres, como  iluminação pública eficiente, equipamentos sociais, saneamento, esporte, cultura e lazer, transporte e habitação.
Mais participação das mulheres nos espaços de poder.
Instrumentos capazes de combater a mortalidade materna, inclusive implantando os Comitês de Prevenção da Mortalidade Materna.
Defesa e fiscalização da implementação do III Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, não admitindo retrocessos.
Queremos a legalização do aborto.
Autonomia econômica com incentivos para a cidadania das mulheres que garantam a participação em condições de igualdade, com formação profissional em horários especiais, criação e funcionamento de lactários e creches.
Fortalecimento e ampliação da democracia brasileira com a superação da subrepresentação feminina nas decisões em nosso país.
Participar da política é consolidar a democracia com mais poder; mais respeito; mais igualdade; mais justiça social. Por um mundo de igualdade, contra toda a opressão.

terça-feira, 4 de setembro de 2012


Informamos que , hoje , 4 de setembro, às 16h no Palácio Guanabara estarão tomando posse   do Conselho Deliberativo do CEDIM/RJ - Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, mandato 2012/2016 as seguintes entidades:
  • PCdoB - Dilceia Quintela
  • UBM -   Helena Piragibe
  • Sindicato dos Metalúrgicos - Glória
  • CTB - Raimunda Leone
  • UNEGRO - Claudia Vitalino


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mulheres do PCdoB têm presença marcante em ato com Eduardo Paes

30 DE AGOSTO DE 2012 - 15H37 
Por  Helena Piragibe – Secretária da Mulher do PCdoB-Rio 

O Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), esteve presente ontem, na quadra da Escola de Samba Unidos da Tijuca, na Avenida Francisco Bicalho, 47, na Leopoldina; em um evento onde encontrou diversas lideranças dos movimentos feministas. 


Paes
 Eduardo Paes, ao lado de lideranças do PCdoB e de outros partidos da coligação.

O evento "Somos um Rio de Mulheres" contou também com a presença de muitas lideranças partidárias e militantes, que se reuniram para entregar as propostas de políticas públicas ao prefeito.

A Presidenta do Comitê Municipal do PCdoB na capital fluminense, Sonia Latgé, fez suas considerações sobre a importância do evento, salientando que: “No nosso entendimento, esse ato, além de servir para mobilizar as lideranças mulheres da base de aliança do governo, serviu para reafirmar os compromissos do Prefeito para seu novo mandato na ampliação das políticas públicas de proteção às cariocas. Neste sentido, a direção do PCdoB, através de sua Secretaria Municipal e Comissão de Mulheres, elaborou uma proposta de plataforma que foi entregue a Eduardo Paes pela Deputada Federal comunista, Jandira Feghali, que falou pelo partido.”

Questionada sobre a importância do ato, a Presidenta Estadual do PCdoB, Ana Rocha, disse que: "É entusiástico, já que temos nossa representatividade aqui, e temos a possibilidade de entregar nossas propostas de políticas públicas diretamente ao prefeito".

A Secretária Municipal de Mulheres do PCdoB, Helena Piragibe, analisou que: "Embora tenhamos avançado nas políticas públicas para mulheres na cidade do Rio, em algumas áreas ainda há lacunas que são reconhecidas pelo prefeito e que poderão ser preenchidas, com destaque à saúde da mulher, educação em tempo integral e construção de novas creches, mas também é preciso ter coragem para ousar e criar o Conselho e a Secretaria de Mulheres, considerando os cortes de gênero, raça, etnia, orientação sexual e geracional, além da população com deficiência física", finalizou a comunista.


Confira na íntegra a Proposta elaborada pelo PCdoB e entregue a Eduardo Paes:


Companheiras


Para o movimento suprapartidário Mulheres com Eduardo Paes é fundamental dar continuidade as Políticas Publicas para as mulheres porque compreendemos que essas políticas tem um significado estratégico para a redução das desigualdades de gênero e para liberação da energia das mulheres para a construção de Rio mais democrático, rico em oportunidades e mais feliz.

Após 4 anos de mandato defendemos que o Poder Municipal esta maduro para propor a criação daSECRETARIA MUNICIPAL DE MULHERES e constituição do CONSELHO MUNICIPAL DA MULHER que contribuirão para a elaboração e implementação de políticas públicas municipais que consagrem uma visão logística dos indivíduos, considerando os corte de gênero, raça, etnia, orientação sexual e geracional, além da população com deficiência física.

Para tanto, mister faz-se implementar: 

1- SAÚDE

• Fortalecer o SUS e interromper o processo de privatização nas unidades de saúde.
• Ampliar o Programa Cegonha Carioca para todos os bairros e promover a instalação de centros de parto natural.
• Assegurar o acesso regular a exames preventivos de câncer de mama e cérvico-uterino.
• Implantar a coleta itinerante de leite materno e garantir a manutenção da qualidade do Programa de Combate as DST's/AIDS, com atenção especial para população feminina.


2- ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

• Instalar o disque SOS Mulher Municipal.
• Garantir a implementação da Lei 10.7782003 sobre a Notificação Compulsória de casos de Violência contra a mulher atendidos em serviços de saúde.
• Ampliar o número de Casas Abrigo Municipal para as mulheres em situação de violência com risco de vida, acompanhada dos seus filhos, garantindo o sigilo do local.


3- TRABALHO E GERAÇÃO DE RENDA

• Criar o Selo Municipal Empresa Amiga da Mulher concedendo incentivos fiscais às empresas que adotarem políticas que visem à construção da equidade de gênero tais como: promoção de mulheres aos cargos de chefia; adesão à ampliação da licença maternidade e da licença paternidade; salário igual por função igual entre homens e mulheres, empresas que aumentem a contratação de mulheres nos quadros de funcionários, especialmente nos setores econômicos ditos “ masculinos “, como a construção civil ; concessão de licença temporária remunerada para funcionárias em situação de violência doméstica, amparados pela Lei Maria da Penha ; disponibilização de creches para os filhos de funcionárias e funcionários, etc.
• Adesão do Município ao Programa Pró-Equidade de Gênero da SPM
• Criar iniciativas de formação , qualificação profissional e tecnológica que contribuam para a superação das desigualdades de classe, gênero,raça, etnia, de orientação sexual e geracional. 


4- EDUCAÇÃO

• Expandir a rede de creches municipais e estabelecer horário integral de funcionamento , estimulando sua criação nas empresas locais.
• Expandir as escolas publicas de boa qualidade e integral.
• Garantir a inclusão nos currículos escolares da história da África e da Cultura Afro-brasileira e Africana e de gênero.
• Garantir Programas de inclusão digital com locais e horários alternativos para as mulheres e com segurança.


5- COMUNICAÇÃO E MÍDIA

Garantir que a produção de peças publicitárias da Prefeitura, a serem veiculadas nas diferentes mídias, tenham preocupação em combater as discriminações e promovam novas relações sociais de gênero.


6- HABITAÇÃO

• Garantir o acesso das mulheres a titularidade de lotes e casas criando Programa de financiamento de moradia para as mulheres chefes de família e baixa renda.
• Garantir as mulheres chefes de família ao Programas de financiamento habitacional.

Fonte: http://www.vermelho.org.br/rj/noticia.php?id_noticia=192570&id_secao=101